Côco – tudo que você precisa saber sobre esse super alimento

O côco é um dos alimentos mais versáteis que você pode manter na sua cozinha, e detalhe: é permitido na dieta paleolítica. Desde sua água, até sua polpa e gordura – tudo pode ser aproveitado.

Do côco é possível obter uma gordura de alta qualidade – que pode ser usada tanto no preparo de alimentos ou como manteiga, sua polpa pode ser transformada em farinha (um bom substituto para as farinhas convencionais no preparo de bolos, cookies, etc). Livre de glúten e lactose, o côco é quase um alimento perfeito. Confira aqui tudo que você precisa saber sobre o côco – em especial o óleo de côco, uma gordura muito usada na cozinha paleo.

coco

Pode na dieta paleo?

Sim.

Senhoras e senhores: O óleo de côco

O óleo de côco é um dos subprodutos do côco mais populares. Excelente na cozinha, pois não oxida com facilidade, estudos recentes também tem correlacionado o óleo de côco com a prevenção de doenças cardíacas: reduzindo colesterol e pressão arterial.

Aliás, se você quiser saber mais sobre as gorduras na dieta paleo, não deixe de conferir o nosso artigo sobre Gorduras ruins x Gorduras boas. 😉

Bom, que o óleo de côco é excelente na cozinha, nós já contamos. Mas além dessa propriedade, o óleo de cocô também:

  • ajuda a reduzir o apetite (o que é bem útil nos dias de jejum intermitente).
  • ajuda a reforçar o sistema imunológico, pois possui propriedades antibactericida e antifúngico
  • auxilia o corpo a absorver melhor os sais minerais dos alimentos

Voltando ao côco

Gorduras

Não é por acaso que abrimos esse artigo falando sobre o óleo de côco (um subproduto do côco). A maior parte das calorias dessa fruta é proveniente de gorduras e a pouca quantidade de carboidrato que possui vem de fibras.

A gordura do côco é uma gordura boa pois é composta basicamente de gordura saturada (cerca de 92% da gordura total). Outra particularidade da gordura do côco é que ela é rica em triglicerídeos de cadeia média (os famosos MCTs) – essas moléculas de gordura são de digestão super simples, e não precisam de sais biliares para ser digerida – ou seja, ainda é boa para quem tem problemas na vesícula biliar.

Antioxidantes

O côco, assim como seus subprodutos, também são ricos em antioxidantes. Mas fique atento: produtos refinados perdem esses antioxidantes, então sempre que você for comprar óleo de côco, leite de côco, água, etc – procure sempre pelas opções “virgem” ou “extra virgem”.

Côco: Pode dar alergia?

Sim! Embora não seja especificamente uma castanha, algumas pessoas podem sim ter reações alérgicas ao côco – mas é importante entender se é realmente o côco ou não.

Se você começou a ter reações ao acrescentar leite de côco em algumas de suas refeições, verifique se o leite de côco em questão não tem goma guar ou carragena – essas substâncias normalmente são adicionadas ao leite de côco para que ele mantenha uma textura cremosinha. Experimente suspender o uso e comer o côco ao natural. Se você notar que as reações sumiram, é bastante provável que sua reação alérgica seja resultado de aditivos, e não do côco em questão.

O côco pode causar problemas digestivos como diarréia e gases em pessoas que não estão acostumadas a consumi-lo. Para evitar essas situações, comece com pouco e vá aumentando gradativamente a quantidade de côco na sua dieta.

Algumas pessoas são sensíveis a salicilatos – essas substâncias estão presente principalmente em cosméticos e poucos alimentos contém os salicilatos. Mas o côco é um desses alimentos. Se você tem alguma sensibilidade a essas substâncias, melhor evitar o consumo de côco.

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